Holding Familiar
Planejamento Sucessório, Economia Tributária e Blindagem de Bens
"Construir um patrimônio levou uma vida inteira de trabalho; protegê-lo para as próximas gerações exige estratégia. A Holding Familiar não é um truque, é um sistema jurídico de engenharia patrimonial. Com ela, evitamos que o inventário consuma até 20% da herança da sua família em impostos e honorários, além de blindar os seus bens de forma lícita contra conflitos conjugais dos seus herdeiros. O controle absoluto continua em suas mãos, com segurança, economia tributária e paz familiar."
Perguntas Frequentes sobre Holding
É a criação de uma empresa (um CNPJ) para a qual os bens da família são transferidos. Em vez de possuírem imóveis no próprio nome (CPF), os patriarcas passam a ser sócios dessa empresa. Posteriormente, as quotas dessa empresa são doadas aos herdeiros, mas o controle total continua com os fundadores.
Esse é um mito. Se a sua família possui mais de um imóvel de médio ou alto padrão e deseja evitar os altos custos (ITCMD, custas judiciais e honorários) e a lentidão de um processo de inventário, a holding já se torna uma ferramenta com excelente custo-benefício.
De forma alguma. Ao elaborarmos a doação, inserimos a cláusula de "Usufruto Vitalício com Direitos Políticos". Isso significa que você e seu cônjuge continuam administrando tudo, recebendo os aluguéis e tomando todas as decisões de venda ou compra, sem precisar pedir autorização aos filhos.
Sim, e essa é uma das maiores vantagens. Gravamos as quotas doadas aos seus filhos com a cláusula de "Incomunicabilidade". Independentemente do regime de bens que eles venham a casar no futuro, o patrimônio da Holding jamais fará parte da partilha com genros ou noras.
Enquanto um inventário tradicional pode consumir de 15% a 20% do patrimônio total da família (somando impostos, taxas, certidões e honorários), o planejamento sucessório via Holding reduz essa carga tributária de forma drástica, muitas vezes fracionando os custos e evitando que seus filhos precisem vender bens às pressas para pagar o Estado.
Absolutamente não. A Holding é um instrumento lícito e preventivo. Se você já possui dívidas em execução, passivos trabalhistas ou fiscais substanciais, transferir bens para a Holding será considerado "Fraude à Execução" ou "Fraude contra Credores". A proteção é válida para evitar problemas futuros, não para fugir de problemas presentes.
Na pessoa física (CPF), o rendimento de aluguéis é tributado pelo Imposto de Renda em até 27,5%. Com os imóveis integralizados na Holding, a tributação cai drasticamente (em média para cerca de 11,33%), gerando um retorno financeiro mensal muito mais favorável.
Na grande maioria dos casos, sim. Como a divisão das quotas já estabelece antecipadamente o que cada herdeiro receberá, a sucessão ocorre de forma quase automática com o falecimento dos patriarcas, tornando o testamento e o inventário desnecessários para os bens que estão dentro da empresa.
Sim. Como toda pessoa jurídica, a Holding exige o pagamento de honorários contábeis mensais ou anuais e taxas governamentais mínimas. No entanto, o escritório fará o cálculo prévio para garantir que essa despesa de manutenção seja infinitamente menor do que a economia tributária gerada.
A criação do CNPJ é apenas a parte burocrática. O coração da Holding é o Acordo de Sócios e as Cláusulas de Proteção do Direito de Família (usufruto, incomunicabilidade, reversão, inalienabilidade). Um pequeno erro na redação jurídica dessas cláusulas pode anular toda a proteção perante o judiciário. É a estratégia jurídica que blinda o seu patrimônio.
Quer proteger o patrimônio da sua família?
Garanta economia tributária e evite que seus filhos passem por um inventário doloroso. Fale com a Dra. Clívia para um diagnóstico de viabilidade da sua Holding.
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